Quando falamos de fraudes, talvez venha a sua mente grandes escândalos que assolaram o nosso país na última década. No entanto, não é sobre essas fraudes que quero convidá-lo a pensar. Quero convidá-lo a refletir sobre o quanto a “sua empresa” tem trabalhado no combate a fraudes organizacionais, às quais as empresas estão suscetíveis diariamente na relação com seus fornecedores, clientes e funcionários. Funcionários, sim, principalmente quando o fraudador faz parte da sua folha de pagamento e atua dentro da sua empresa buscando fragilizar seus controles internos. E nós temos a capacidade de ainda nominá-lo de colaborador.

Quando falamos de fraudes, talvez venha a sua mente grandes escândalos que assolaram o nosso país na última década. No entanto, não é sobre essas fraudes que quero convidá-lo a pensar.

 

Quero convidá-lo a refletir sobre o quanto a “sua empresa” tem trabalhado no combate a fraudes organizacionais, às quais as empresas estão suscetíveis diariamente na relação com seus fornecedores, clientes e funcionários. Funcionários, sim, principalmente quando o fraudador faz parte da sua folha de pagamento e atua dentro da sua empresa buscando fragilizar seus controles internos. E nós temos a capacidade de ainda nominá-lo de colaborador.

 

Trago para ilustrar um case que é apresentado pelo autor Dan Ariely, no livro A mais pura verdade sobre a desonestidade. Arielys conta que um aluno seu precisou dos serviços de um chaveiro para abrir a fechadura de sua residência e ficou espantado com a ”facilidade” com que o chaveiro abriu a porta. Ao indagar o chaveiro a respeito de sua habilidade, ouviu uma definição que nos faz pensar nos controles internos das empresas. Disse o chaveiro:

 

As fechaduras estão nas portas apenas para manter honestas as pessoas honestas!”. E completou: “As fechaduras não o protegerão dos ladrões, que conseguem entrar em sua casa se realmente quiserem. Elas só vão protegê-lo da maioria honesta que poderia ficar tentada a entrar na sua casa se não houvesse fechaduras”.

Diante, desse breve case, cabe a indagação: quanto você tem sinalizado para seus funcionários, clientes e fornecedores que a sua empresa ou seus negócios possuem “fechaduras”?

 

Autor : Cesar Ribeiro de Castro (Abril/2020)




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